O mercado de fintechs no Brasil tem crescido de forma vertiginosa, segundo pesquisa do Distrito Fintech Report 2020, o maior e mais completo estudo sobre fintechs brasileiras. Hoje elas são responsáveis por empregar mais de 40 mil pessoas, além de trazer muitos benefícios para negócios e clientes.

Se você já se perguntou como abrir uma fintech, como investir em fintech ou tem interesse nesse mercado, acompanhe este artigo e saiba quais são as categorias que mais têm crescido nos últimos tempos e como andam os investimentos na área. Siga conosco!

Número de fintechs no Brasil cresceu 34% em um ano

Em todo o mundo, uma das áreas que mais cresce é a de fintechs, startups especializadas em soluções financeiras digitais. No caso do Brasil, esses novos negócios também merecem atenção especial.

A pesquisa do Distrito identificou um aumento de 34% no número de startups do setor no país em um ano. Enquanto em 2019 foram mapeadas 553 fintechs, em 2020 esse número subiu para 742.

Esse aumento, ainda segundo o estudo, deu-se por conta de lacunas em nichos do mercado que grandes instituições não conseguem cobrir. Mais ágeis, as fintechs conseguem ocupar esses espaços. Além disso, com soluções digitais, elas tornam o negócio totalmente escalável.

Meios de pagamento, Crédito e Backoffice são as categorias com mais soluções

Categorias como investimentos, backoffice, finanças pessoais e criptomoedas estão entre as 14 contabilizadas pelo Distrito. Além delas, outras subcategorias também são sinalizadas na pesquisa.

Das 10 principais startups mapeadas, 4 atuam na categoria Meios de Pagamento e 3 promovem Serviços Digitais, com sistemas de oferta e concessão de crédito com base tecnológica.

Completando o pódio de categorias mais disputadas, está a categoria de backoffice, com softwares e serviços para gerenciar a vida financeira de empresas.

US$ 2,4 bilhões foram investidos em fintechs no Brasil

Desde 2015, foram mais de 200 rodadas de investimento em fintechs, totalizando US$ 2,4 bilhões, de acordo com o Distrito. Só em 2019, os investimentos chegaram a US$ 900 milhões, concentrando 35,6% do capital investido em startups no ano.

Segundo a pesquisa, a maioria dos investimentos identificados é do estágio seed. Entretanto, o estudo ressalta que isso não significa que os investimentos nos estágios anjo e pré-seed são necessariamente menores, mas que existe mais dificuldade em capturar essas informações no mercado.

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